"É cada vez mais importante, uma vez que Portugal é responsável, sobretudo agora com a expansão da plataforma continental, por uma área muito vasta do fundo oceânico", considerou Alfredo Martins, sublinhando a capacidade de submersão do equipamento até mil metros de profundidade, que no futuro poderá aproximar-se da "média de quatro quilómetros que possui o oceano Atlântico".






"Permite descer de forma autónoma e energeticamente eficiente e, uma vez colocado no fundo, pode ser reprogramado para se deslocar para uma nova posição, sem ser necessário voltar à superfície, o que reduz bastante os custos", esclareceu o investigador.






"Basicamente, o que a EDA faz é dizer: 'este projeto ganhou e merece ser financiado'", frisou Alfredo Martins, pouco antes de analisar os dados recolhidos ao longo do teste realizado com a colaboração da Marinha Portuguesa e salientando "a ambição de dotar o país e a economia nacional de ferramentas que permitam explorar o mar profundo português, que é vasto".