Advogado surpreendido por arguido "ter sido condenado por recrutar para uma organização de que não faz parte"

Cidadão marroquino foi condenado a 12 anos de prisão pelos crimes de financiamento e recrutamento, falsificação de passaporte e utilização de cartões de crédito para o recrutamento para o Estado Islâmico. Não ficou provado apenas o crime de adesão a organização terrorista internacional.