Ângela e Hugo esperaram oito meses por uma consulta que devia ter acontecido em dois dias

De acordo com Ângela, foi-lhe dito no Hospital de São João que teria de tentar engravidar com Hugo, já infértil, durante um ano antes de ter uma consulta de procriação medicamente assistida. Teresinha Simões garante que bastaria um espectrograma para perceber se Hugo estaria infértil e a partir daí o casal não deveria ter esperado mais de dois dias por uma consulta de fertilidade, já que o marido de Ângela era doente oncológico.

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