Câmara de Matosinhos sabia dos antecedentes criminais de funcionário suspeito de abusos em escola

A Câmara de Matosinhos quer saber porque é que o funcionário de limpeza suspeito de crimes de abusos sexuais na Escola básica do Corpo Santo teve contactos com as crianças do estabelecimento de ensino. A autarquia explicou à TVI que o homem de 44 anos foi contratado ao abrigo do programa emprego/inserção do IEFP por um período coincidente com o ano letivo, para desempenhar funções de higienização no âmbito da pandemia. A Câmara assume que sabia dos antecedentes criminais do individuo na altura da contratação mas eles não eram impeditivos uma vez que nada tinham que ver com os abusos sexuais de que é suspeito agora. Eram antecedentes criminais por furtos e agressões.
A autarquia e o agrupamento de escolas suspenderam de imediato o funcionário e desencadearam processos de averiguações para saber o que correu mal.

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