Combustíveis: pode vir aí uma nova greve de motoristas de matérias perigosas

A primeira reunião que juntou sindicato, patrões e Governo não correu bem. À saída do encontro, o advogado que tem falado em nome dos motoristas deu um prazo de sete dias para ver satisfeitas algumas das exigências, caso contrário a greve volta a ser usada como arma.