Covid-19: a febre do papel higiénico criou emprego em Portugal

A pandemia revelou comportamentos atípicos do ser humano, como foi o caso da corrida ao papel higiénico.

Houve uma altura em que a reposição acontecia a menor ritmo do que a procura e isso valorizou o produto.

E obrigou as fábricas a não pararem mesmo quando o resto do país estava confinado.

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