“Este medicamento vende-se como bombons”

Sandra Mantinha tem dois filhos, duas das vítimas da toma de Depakine durante a gravidez. A visada explica que em 1997, 1998 e 1999 não havia qualquer informação sobre os perigos da toma do medicamento durante a gravidez. Sandra Mantinha diz ainda que durante um ano, antes de engravidar pela primeira vez, procurou informar-se junto de vários médicos sobre os riscos da medicação em causa, mas todos lhe disseram que não poderia interromper o tratamento para a epilepsia à base de Depakine, que já fazia há vários anos. A emigrante portuguesa explica ainda que, em Portugal, a compra do medicamento é facilitada nas farmácias e lembra que na última vez que regressou ao país adquiriu a medicação, sem receita, numa farmácia no alto Alentejo.

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