Primeiro-ministro de Malta acusado de ter nas mãos o sangue de jornalista morta em atentado

Um pequeno país da Europa está em grande sobressalto político e cívico por causa do assassinio de uma jornalista que investigava casos de corrupção e foi morta há dois anos, num atentado à bomba.

Um dos homens mais ricos do país foi detido e acusado de ser cúmplice do homicídio,  e de ter ligações com alguns membros do governo.

Nas ruas, milhares de pessoas exigem a demissão do primeiro-ministro, que tem vindo a resistir à pressão, mas já anunciou que se demitirá em janeiro.

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