“O bom nome da Guarda é só de alguns”

João Magalhães, advogado, refere que o bom nome da Guarda “é só de alguns”. Defende que os inquéritos na Guarda deviam ser feitos por alguém de fora da instituição, porque caso contrário as decisões acabam pior ser tendenciosas. Disse ainda que, o caso do Coronel Rui Barreiros, suspeito do crime de abuso sexual em missões das Nações Unidas, devia ter sido levado até ao Ministério Público e que houve um crime de prevericação, porque alguém não comunicou este crime ao MP. Por fim, questiona: “Por que é que este senhor é menos que o Cristiano ou o Neymar? Isto tem de ser investigado”

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