Ana Catarina Mendes: "Não interessa ao país uma crise política, nem eleições antecipadas"

Ana Catarina Mendes defende que até à votação na generalidade e a final global do Orçamento do Estado para 2022 tem de "haver um esforço de continuar as negociações com os partidos à esquerda". 

No entanto, lembra que muitas das preocupações que o PCP e o Bloco de Esquerda apresentaram já estão inscritas no documento. Entre elas, o aumento das pensões, a gratuitidade das creches, o reforço do SNS e a valorização salarial.

Sobre a possibilidade de uma crise política, caso o OE2022 fosse chumbado, a comentadora referiu que "não interessa ao país uma crise política e sobretudo eleições antecipadas".

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