Global: "o partido chama-se Livre e começa a atividade com uma purga?"

A primeira crise no Livre também não escapou ao comentário de Paulo Portas. "No nosso sistema eleitoral, em que os deputados são eleitos por lista partidária, é normal que haja disciplina de voto quando há questões de governabilidade. Nos votos de condenação a tradição é de muito maior liberalidade."

Sobre a substância acrescentou: “havia uma boa razão para ter esta divergência. Eu sou a favor dos dois estados. Israel e Palestina, lado a lado, e em segurança. O voto fazia visão unilateral do assunto." Moral da história, concluiu: "os extremos, tanto à esquerda como à direita têm uma atitude de seita, A sua função não é compreender a sociedade nem melhorar o mundo. A sua função é à força querer que a sociedade seja como eles são e que o mundo seja como eles são. Nenhuma tolerância para quem seja diferente e isso torne-se evidente neste primeiro caso que não será o último."

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