“Todo um orçamento suplementar foi feito em cima de uma projeção irrealista”

Quer a previsão do FMI como a da Comissão europeia apresentar percentagens para a queda da economia portuguesa diferentes da visão mais “otimista” Governo.

Pedro Santos Guerreiro evidencia os problemas que podem derivar do facto de o orçamento suplementar ter sido idealizado com base nas previsões do Executivo.

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