"Dinheiro não é elástico, mas deram-se 17 mil milhões para acudir à Banca"

Em mais uma iniciativa de campanha com vista às legislativas de outubro, Jerónimo de Sousa pediu o voto na CDU e apontou o dedo ao Partido Socialista, a quem acusou de nunca ter dinheiro para os setores fundamentais da sociedade e ser mais papista que o Papa no cumprimento do défice.