“É desproporcionado, neste caso, que a viúva não possa ser inseminada”

O juiz desembargador Eurico Reis, ex-presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, lembra que no caso dos bancos de esperma, desde 2016, que nunca se sabe se os dadores ainda estão vivos ou mortos. Como tal, o juiz considera desproporcionado não permitir que Ângela seja inseminada com os gâmetas masculinos de Hugo, marido que faleceu.

Sobre "21ª Hora"