Os dois únicos arguidos, um farmacêutico e uma técnica de farmácia, foram absolvidos e os seis doentes indemnizados. Foi, na altura, a maior indemnizaçäo de sempre em Portugal por acidentes ocorridos no Serviço Nacional de Saúde. A Polícia Judiciária concluiu ter existido uma troca de medicamentos na farmácia hospitalar, mas nunca se descobriu o que tinha sido injetado.