Homicídio da freira de S. João da Madeira podia ter sido evitado

Não foram tomadas medidas de prevenção no caso da freira Antónia Pinho, de 61 anos, violada e assassinada em S. João da Madeira, Aveiro.

O tribunal considerou que o suspeito era extremamente perigoso antes de sair em liberdade, mas o tempo limite de condenação  obrigou a justica a libertar Alfredo Santos.

Contudo, nem as autoridades nem as anteriores vítimas do suspeito foram avisadas da libertação, o que não permitiu à PSP deter Alfredo por vários crimes que foi cometendo depois de ter sido libertado e que culminaram na violenta morte de Antónia Pinho.

 

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