MP trava detenção do líder do PSD dos Açores apesar das "provas sobejamente fortes" da PJ

A Polícia Judiciária quis deter o líder do PSD Açores, suspeito de corrupção, peculato, abuso de poder e prevaricação. As provas recolhidas na investigação não deixaram dúvidas à PJ, no sentido em que o presidente da Câmara de Ribeira Grande deveria ser alvo de medidas de coação como o afastamento do cargo, de modo a evitar os perigos de continuação de atividade criminosa ou perturbação do inquérito. A pretensão dos investigadores foi travada pelo Ministério Público, que decidiu apenas constituir arguido Alexandre Gaudêncio.