“Não podemos pôr de parte a hipótese de uma jogada de antecipação para tornar uma prova forense inválida”

Jacinto Bernardo Gonçalves, médico, afirma que a poucos metros do Hospital de Cascais existe uma funerária com instalações frigoríficas que, com um simples telefonema, o corpo de Dídio poderia ter sido transferido para lá. Diz ainda que esta situação não se trata de um erro médico, mas de um erro na prestação de cuidados de saúde. O médico foi mais longe e colocou ainda a hipótese de se tratar de uma destruição de prova forense por omissão

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