“Não se pode pedir a um médico sozinho que acorra a uma situação de emergência"

A partir deste domingo, os cirurgiões do Hospital de Faro deixam de fazer horas extraordinárias nas urgências. Um protesto pelas condições de trabalho que dizem ser "manifestamente deficitárias". A escala de dezembro inclui turnos sem um único cirurgião e outros assegurados apenas por externos contratados. O sindicato independente dos médicos disse à TVI que a contratação de tarefeiros é "um problema crónico” e que os médicos se sentem penalizados por trabalhar ao lado de colegas que recebem quatro vezes mais.

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