"O sangue não prova que os intervenientes sejam a Diana e o Iuri"

A adovagada de Diana Fialho e Iuri Mata, suspeitos do homicídio da professora Amélia Fialho, no Montijo, em setembro de 2018, disse que apesar de existirem vestígios de sangue nas roupas do casal, isso não significa que estes tenham sido os autores do crime. Alega ainda que a gasolina comprada, e supostamente utilizada para queimar o corpo da vítima, também não prova nada, uma vez que a viatura nunca apareceu nas imagens recolhidas