Roque da Cunha: "Chegou o momento de os médicos darem um grito de alerta"

Os médicos avançaram, esta quarta-feira, com uma greve geral para os dias 22, 23 e 24 de novembro. 

Consideram que as medidas previstas no Orçamento do Estado para 2022 são "insuficientes" e que o panorama do SNS e as condições de trabalho dos médicos é "insustentável". 

O secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), Roque da Cunha, disse em declarações à TVI24 que a situação do SNS já estava no limite em 2019, depois dos cortes da troika e das cativações de Mário Centeno.

"Chegou o momento de os médicos darem um grito de alerta para que o Ministério da Saúde, em primeiro lugar, reconheça que tem um problema", defendeu. 

Roque da Cunha disse ainda que os equipamentos do SNS "são mais obsoletos" do que aqueles que existem no privado. 

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