Santos Silva disse que quantias entregues serviam para sustentar Sócrates e a mãe

Carlos Santos Silva foi ouvido, na quarta-feira, na fase de instrução do processo Marquês e continua a não comprometer José Sócrates.

Quanto às entregas de dinheiro em envelopes, disse que eram fruto da sua atividade profissional e que os 23 milhões de euros, transferidos da Suíça, não pertenciam ao ex-primeiro ministro.

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