Paulo Portas criticou, este domingo no espaço "Global", no Jornal das 8, as posições britânicas sobre a saída da União Europeia, quando "faltam mil dias e ainda não decidiram que saída querem". Sobre o pedido de adiamento, aprovado pelo parlamento do Reino Unido, o comentador alerta que "sem um texto de acordo" pode se dar o "hard Brexit", a saída sem acordo. 

Estamos a chegar ao momento crítico do Brexit", disse Paulo Portas . 

Sobre o ataque terrorista na Nova Zelândia, que matou 50 pessoas,  o analista considera que o ataque é "um triunfo das fobias". No que diz respeito à forma como o atentado foi perpetuado, Paulo Portas denota semelhanças com o realizado por Andre Breivik na Noruega, em 2011.

Isto (ataque na Nova Zelândia) prova que não há países imunes", defende Paulo Portas. 

Paulo Portas questionou ainda a segurança na Internet visto que ninguém impediu o terrorista de transmitir o ataque por 17 minutos. O comentador acredita que nos próximos tempos poderá ser criada uma "ciberpolícia". 

A China aprovou, durante esta semana, leis sobre o investimento estrangeiro e o acesso de estrangeiros à "lista negativa", conteúdo chinês cujo acesso está barrado aos internautas ocidentais. Paulo Portas considera que o timing para o anuncio destas medidas está relacionado com a cimeira entre a China e a União Europeia. 

Paulo Portas assegura que "a China está a sofre mais que os EUA na guerra comercial"

Isto é feito em vésperas da cimeira com a União Europeia", garante o comentador.

Os dados sobre o crescimento económico da Alemanha mostram, segundo Paulo Portas que "a economia alemã gripou". O comentador antevê um cenário de contagio