O Ministério Público não pediu a prisão preventiva para Luís Filipe Vieira, apurou a TVI.

Ao que a TVI apurou, o Ministério Público pediu uma caução de três milhões de euros para o presidente suspenso do Benfica poder sair em liberdade.

O juiz Carlos Alexandre ainda não decretou as medidas de coação, mas, por norma, nunca vai além do que é pedido pelo MP.

O interrogatório a Vieira foi realizado este sábado de manhã e durou cerca de cinco horas.

Depois, foi a vez do Ministério Público pedir as medidas de coação e de os advogados de defesa rebaterem.

Durante o interrogatório com Carlos Alexandre, Vieira foi confrontado, nomeadamente, com escutas telefónicas.

O advogado Magalhães e Silva adiantou que o juiz do TCIC perguntou "tudo aquilo que entendeu" em face dos indícios de prova existentes. A responder, Vieira permaneceu calmo e "em nenhuma vez" se exaltou.

"As explicações que Luís Filipe Vieira deu, no meu ponto de vista, ilibam-no integralmente", afirma o advogado do presidente suspenso do Benfica.

Luís Varela de Almeida